Entrevista com Larissa Xavier, vocalista na banda "A volta do Astronauta"

 Foto de Edemilson Luiz

  • Blog do Argonauta: - Oi Larissa, tudo bem?
  • Larissa Xavier: - Oi Edinei, tudo bem. E com você?
  • Blog do Argonauta: - Tudo bem também. Larissa, eu recentemente descobri as músicas da banda “A volta do astronauta” e gostei muito das músicas, a primeira coisa que me gerou curiosidade foi o nome da banda, como surgiu?
  • Larissa Xavier: - O nome surgiu numa conversa de bar entre os integrantes, pra te falar a verdade, eu não me lembro quais foram os passos do nosso raciocínio que nos levaram exatamente a esse nome, fomos tendo várias ideias e quando surgiu essa, todo mundo gostou. Acho que combinou, remete a uma pessoa tentando se adaptar ou readaptar ao mundo, essa sensação de estranheza perante as coisas acaba por uma "coincidência cósmica" aparecendo nas letras das músicas, ainda que sejam de três compositores diferentes.
  • Blog do Argonauta: - Entendi. Bacana. E quais as influências musicais mais presentes nas músicas e na vida de vocês?
  • Larissa Xavier: - São muitas, eu assim como os meninos, escutamos vários tipos de música, mas vou tentar começar por uma raiz comum aqui. Tanto eu, como o Ricardo Maradei e o Emanuel Paz temos muita influência do rock Sessentista, eu gosto muito de Beatles, eles também, assim como várias outras bandas tipo The Who, The Kinks, The Zombies, Pink Floyd (principalmente a primeira fase com o Syd Barrett) ..., essa galera toda. Acredito que esse tipo de raiz melódica acaba meio que sendo a base das composições, e podemos perceber muito essa influência nos arranjos de vozes também. Agora claro, juntamos isso a outras influências, a bateria do Bruno por exemplo tem uma pegada forte de Britpop, rock dos anos 90, e anos 2000, então ele deu uma cara mais contemporânea as músicas ao meu ver. 
  • Eu gosto muito de Folk, e música de violão em geral, aquela coisa mais Nick Drake, Joni Mitchell, dá pra perceber em músicas como A um insone por exemplo. Temos um bolero no disco também "Noites de Circo" que é uma composição do Ricardo, acaba sendo um bolero meio samba, fizemos uns arranjos experimentais de sintetizadores em cima dele. Tem também um Ragtime muito bonito do Emanuel encerrando o disco.
  • Blog do Argonauta: - Muito legal. Realmente dá pra perceber muitas dessas influências nas canções. O álbum é de 2014 certo?
  • Larissa Xavier: - Sim. Saiu em maio de 2014, mas estávamos lançando umas músicas antes de disso.
  • Blog do Argonauta: - Entendi. 
  • Larissa Xavier: - Acredito que a banda começou em 2012, a ideia inicial era de nos reunirmos pra gravar uma música, que foi "O Cacto", mas durante o processo fomos virando uma banda.
  • Blog do Argonauta: - Sobre o surgimento da banda, vocês já eram amigos, ou apenas se conheciam antes da ideia de se juntarem para gravar "O Cacto"?
  • Larissa Xavier: - Sim, eu fiz essa música com o Ricardo Maradei, gostamos e tivemos a ideia de gravar, aí ele pensou no Emanuel Paz que era amigo dele desde a adolescência, pra fazer o arranjo de baixo. E eu chamei o Bruno Oliveira, baterista do Baudelaires, que também já conhecia desde que tinha uns 16, e sempre admirei como baterista. O clima dos ensaios e da gravação foi tão legal, que uma vez estávamos andando, eu, Ricardo e Bruno, e ele disse que se quiséssemos gravar outras coisas podíamos chamá-lo, ficamos bem felizes e tendo em vista que o Emanuel também tinha muitas composições boas que queria gravar ele gostou da ideia e viramos uma banda.
  • Blog do Argonauta: - Bem bacana isso aí, assim a música flui muito mais fácil. Muito bacana a iniciativa de disponibilizarem o álbum para ser ouvido e baixado pela internet, essa sempre foi a ideia?
  • Larissa Xavier: - Sim, de disponibilizar na internet, desde o início. Primeiro decidimos que iríamos lançar as músicas online conforme fossemos gravando, e foi o que fizemos quando faltavam algumas pra completar um álbum, decidimos terminar estas e juntar com as outras pra lançar um álbum virtual. Fizemos um site pra baixar o disco, cuidamos da parte gráfica (encarte virtual), etc., a capa é uma cortesia do Glauber Guimarães, que também é músico, e faz parte da banda baiana Teclas Pretas, que gosto muito. Inclusive temos uma parceria no disco da Volta chamada “Streets of Joy”, que fiquei muito feliz em ter feito.
  • Blog do Argonauta: - Muito bacana essa iniciativa, quebra as fronteiras de lojas e região, mas ainda assim, a internet é um mundo tão grande que só quem conhece é que encontra o que realmente busca, com tanto marketing para certas direções acabam por encobrindo outras obras musicais e literárias de ótima qualidade, pra combater um pouco isso tudo estamos aqui.
  • Larissa Xavier: - Sim, a internet já é o presente e o futuro da música, não temos mais como voltar ao modelo anterior, mas sim nos adaptar, acredito que é muito importante nesse cenário a existência das mídias alternativas.
  • Blog do Argonauta: - E quais os planos pro futuro, algum projeto em vista?
  • Larissa Xavier: - Pois é, a banda não está em atividades, o Emanuel foi morar em São Paulo, e fica meio difícil continuar sem ele, já que era um dos compositores e vocalistas. Não acho impossível que um dia possamos nos reunir pra tocar, mas no momento está bem inviável. O importante é que o disco foi finalizado, teve uma ótima recepção de público e crítica e está aí para sempre à disposição de quem quiser escutá-lo, esse é um trabalho do qual me orgulho bastante.
  • Eu toco numa outra banda o “La Orchestra Invisivel”, que existe desde 2009, estamos em processo de finalização de um disco que talvez saia esse ano. E estou gravando umas músicas minhas também, pretendo lançar um single esse mês ainda.
  • Blog do Argonauta: - Bom, desejo sucesso para todos, não importando onde estiverem. O fato de você estar com músicas prestes a serem lançadas é uma ótima notícia. Aguardaremos então.
  • Larissa, foi uma alegria e uma honra poder conversar com você, e saber mais sobre A Volta do Astronauta. E parabéns pelas belas canções.
  • Larissa Xavier: - Obrigada Edinei, pelo elogio e pelo convite! Foi um prazer! Um abraço!
  • Essa foi a entrevista com Larissa Xavier, uma das vocalistas da banda “A volta do Astronauta”, para ficar por dentro das novidades, ouvir e baixar as músicas é só acessar os links abaixo:



Entrevista com Paulo Ricardo, Autor do livro "Alexander Helflon - Genesis"

Blog do Argonauta: - Eaí Paulo, tudo bem?
Paulo Ricardo: - Tudo sim, e com você?
Blog do Argonauta: - Tranquilo. Paulo, conta pra gente um pouco de como surgiu a ideia de escrever o seu primeiro livro?
Paulo Ricardo: - Caramba, é antiga essa ideia. Quando eu era criança, sempre imaginei histórias na minha cabeça e, aos poucos fui escrevendo alguns contos. A história do meu livro foi surgindo com o tempo, mas nunca pensei em escrevê-la, até que tive um empurrão de uma amiga. De começo, a primeira impressão que surgiu da história não foi uma frase, mas sim um mapa que comecei a desenhar em uma folha sulfite. Depois que vieram as palavras e longos quatro anos e meio até que ele ficasse pronto.
Blog do Argonauta: - Legal. Amigo é pra isso mesmo né, bacana. Agora, o que você pode dizer para o leitor sobre o seu livro "Alexander Helflon - Genesis"?
Paulo Ricardo: - No livro “Alexander Helflon – Genesis” as pessoas vão ler sobre o garoto que dá nome ao livro e que é príncipe do reino de Chrommadia. A história começa logo após a morte de Victor, antigo guarda-costas de Alexander e o único amigo do garoto. Para não ficar desprotegido, o rei de Chrommadia contrata duas garotas para protegê-lo e para tentar fazer com que ele faça mais amigos. É descobrindo essas novas amizades que a história se desenrola.
Blog do Argonauta: - Certo, entendi. Eu já comecei a ler e estou curtindo bastante. É um livro para todas as idades ou você tem um público alvo?
Paulo Ricardo: - É um livro de fantasia infanto-juvenil, porém ele já agradou pessoas de 13 até 86 anos!
Blog do Argonauta: - Foi o que imaginei. Agora conta pra gente, quais influências o levaram para este tipo de literatura, o que inspirou você?
Paulo Ricardo: - É óbvio que Senhor dos Anéis, Harry Potter e As Crônicas de Gelo e Fogo. São três séries de fantasia que inspiram qualquer um.(Risos)
Blog do Argonauta: - (Risos). É verdade. Quais suas expectativas quanto ao livro? Há algum outro trabalho em andamento?
Paulo Ricardo: - A continuação dele já está pronta, mas ainda não comecei a escrever o terceiro da série. Por enquanto não tenho previsão de quando irei lançar o segundo.
Blog do Argonauta: - Entendi. Bem, parece-me que “Alexander Helflon” é uma saga que reuni doses de aventura, magia, e gera reflexões sobre as relações pessoais, diferenças e amizades. Será que esqueci algo? O que mais você poderia revelar, quero dizer, acrescentar? (Risos).
Paulo Ricardo: - Exatamente isso. É uma história sobre amizade e solidão, sobre amor, alegria e também sobre perdas.
Blog do Argonauta: - Interessante. Bacana mesmo. Paulo, fico muito contente em poder entrevista-lo. Agora pra finalizar. deixa pra gente, links com notícias sobre seus livros, onde comprar, e para saberem mais sobre as novidades do mundo literário de P.R.B. Morien, redes sociais, etc.
Paulo Ricardo: - Pode deixar.
Blog do Argonauta: - Muito obrigado pelo seu tempo, desejo sucesso e felicidade nessa jornada literária.
Paulo Ricardo: - Eu que agradeço.
Blog do Argonauta: - resolvi abrir este espaço pra gente que tem um bom material, mas que fica à margem da mídia em geral, por conta dos "grandes sucessos" (nada contra os “grandes sucessos”), mas tem muita coisa boa que pouca gente conhece, pouca gente que gostaria de conhecer conhece.
Paulo Ricardo: - Isso é verdade. Infelizmente o que manda no mundo hoje é o marketing. Não é fácil um autor novo sair vendendo bem logo de cara.
Blog do Argonauta: - Mas é isso aí. Estamos juntos nessa luta. Muito obrigado, mais uma vez.

Essa foi a entrevista com Paulo Ricado, autor do livro “Alexander Helflon – Genesis”. Conheça  mais sobre o autor, a história e suas obras nos links abaixo:

Para quem quiser ler o começo da história, ela está no Wattpad: http://goo.gl/S016YK

Skoob do livro Genesis:
http://goo.gl/ZBRrw5

E para quem quiser comprar:


Versão impressa:
http://goo.gl/JV7Kd2

Livro na amazon:
http://goo.gl/ozkb1f

Facebook da série Alexander Helflon:
https://www.facebook.com/alexanderhelflon

Twitter:
www.twitter.com/pricardo14

Entrevista com Renato Torres, músico e poeta, vocalista e guitarrista da banda Clepsidra

Foto de Rafael Samora
Foto de Rafael Samora
  • Blog do Argonauta: - Olá! Renato, tudo bem? 
  • Renato Torres: - Tudo certo. 
  • Blog do Argonauta: - Meu irmão, eu já ouvia falar da banda Clepsidra há um bom tempo, mas só recentemente tive o prazer de conhecer melhor as músicas, e são belíssimas, na minha opinião, conta um pouco de como surgiu essa parceria e como está sendo essa jornada musical. 
  • Renato torres: - A banda começou em 2001, quando eu e Maurício Panzera (baixo) resolvemos criar um projeto musical de pesquisa e experimentação. Estávamos atrás de uma linguagem que correspondesse às nossas visões pessoais como músicos, instrumentistas, compositores, arranjadores. 
  • Resolvemos não partir imediatamente para um formato tradicional de banda, o que demandaria a inclusão de um baterista, já que ele toca baixo, e eu guitarra e voz. Nessa época eu comecei a investigar música feita em computador com sequenciadores, usando loops e samples. Passamos então algum tempo experimentando arranjos e timbres, até chegar ao formato que gerou nosso primeiro disco, o Bem Musical, de 2004. 
  • Blog do Argonauta: - Entendi, é realmente um som de muitas faces e de uma vibração poética, e musicalmente muito agradável. 
  • Renato Torres: - Mas, apesar de estarmos às voltas com instrumentos sintetizados, e bases eletrônicas, queríamos somar a isso a camada orgânica de outros músicos. Chamamos então um baterista, um percussionista, sax, cello, etc., que nos ajudaram a criar essa textura. 
  • E sim, a poesia sempre esteve dentro de nossos interesses, especialmente porque em minha trajetória de compositor, as letras sempre tiveram um papel preponderante. Escrevo desde os 13 anos, e comecei a tocar violão e compor com 17, a poesia tem mais tempo. Tenho mesmo o costume de escrever primeiro as letras pra depois musicá-las, de investigar a musicalidade que emana da palavra escrita/falada. 
  • Blog do Argonauta: - Sim, é verdade, as sonoridades dos outros instrumentos somam de uma maneira a reforçar a personalidade das canções, ficou muito bom. 
  • Renato Torres: - Depois de Bem Musical, passamos à ideia de fazer um disco conceitual, em torno da ideia expressa pelo nome da banda (Clepsidra significa relógio de água). 
  • Daí nasceu o projeto Tempo Líquido, disco que lançamos em 2006. Reunimos canções que falam desse lugar híbrido que ocupamos sendo amazônidas urbanos, vivendo em Belém, uma metrópole com todas as tensões de qualquer cidade grande, mas onde também se concentra uma temperatura afetiva cabocla, entre o provinciano e o interiorano, que nos destaca como pessoas hospitaleiras, calorosas, amorosas. 
  • Essa contração paradoxal, nós condensamos na epígrafe "tempo grande, água pequena", verso da canção-título, uma parceria minha com Daiane Gasparetto, que é bastante simbólica para este tempo de alargamentos e possibilidades em que vivemos, e onde se deterioram e fragilizam os afetos, as relações humanas. 
  • Blog do Argonauta: - Sim, a água tem uma gama de pontos de interpretação e expressão infinitas, as suas músicas onde a água se contextualiza conseguem muito bem expressar isso. É bem verdade que Belém é poeticamente retratada em algumas das suas canções e ritmos, isso é muito bacana. A música “Interno” é muito cativante e me lembra isso que você falou. 
  • Renato torres: - "Interno", que você mencionou, uma canção que fiz em parceria com Panzera e Márcio Moreira, é uma canção sobre um dos ícones máximos de Belém, a chuva, mas, mesmo falando da chuva poeticamente, ela remete a uma afetividade, uma substância de delicadeza e inteireza que nos caracteriza (ou pelo menos ainda ao caboclo do interior). A palavra "interno" nesse contexto é uma aliteração, que guarda o sentido de "inverno íntimo", dessa umidade emocional que nós aqui temos. 
  • Blog do Argonauta: - Outra que achei muito interessante, claro que todas são, mas “A máquina do tempo”, tem uma concepção muito madura e muito simples também da noção do tempo "a máquina do tempo é o pensamento" isso é simples e verdadeiro. 
  • Renato torres: - "A Máquina do Tempo" é uma canção do Panzera, que de longe, é nosso maior hit, a música da banda que mais tocou no rádio, e que os fãs da banda sempre recordam e pedem. Claro, há uma relação íntima dela com o conceito fluídico do tempo que esse disco carrega, mas além disso, ela traz uma letra propositiva, que apresenta um mosaico de hipóteses em forma de pergunta, de questionamento, mas sem o peso existencial, sem o ranço de uma reflexão filosófica pesarosa, como quem revê o passado e se arrepende de coisas. Ela simplesmente te propõe relaxar em torno da ideia de que o tempo é, de fato, uma invenção do pensamento humano. 
  • Blog do Argonauta: - Entendi, bem legal. Conta pra gente quais foram inicialmente as maiores influências e o que mudou de lá pra cá. 
  • Renato Torres: - Temos muitas referências musicais, que passam por toda a tradição da MPB - em especial o Clube da Esquina e a Tropicália - além do rock, do jazz (e as muitas vertentes da música instrumental brasileira e mundial), do blues. Somos apaixonados por música, e respiramos essa linguagem o tempo todo. Em nosso disco mais recente, que acabamos de lançar pela Na Music, Independente, trazemos um tratado sucinto, uma súmula acurada do que somos musicalmente, aliados à musicalidade de nosso último baterista e parceiro, Arthur Kunz (Strobo). Independente é um disco enxuto, claro e direto, onde apenas nós três tocamos. 
  • Blog do Argonauta: - É verdade. Pode-se perceber um pouco de tudo isso ao ouvir as canções. 
  • Renato torres: - Do nosso primeiro trabalho pra esse último as mudanças se deram de maneira gradual. Avançamos bastante em termos técnicos e de produção, passando de um estágio mais frouxo e experimental para um processo apurado, musicalmente mais técnico e polido. Esse último disco atesta o que estou dizendo. Os elementos que fazem o som do Clepsidra continuam lá: a poesia, os arranjos, a delicadeza de certos detalhes, mas tudo dito com muito mais clareza e direção. Creio ser este o caminho natural para qualquer artista que preza uma trajetória de busca e evolução de sua linguagem; procurar dizer da melhor e mais convincente forma o que está se procurando dizer. 
  • Blog do Argonauta: - Renato, eu fico muito feliz de poder entrevistá-lo e divulgar um pouco mais essa música maravilhosa que a Clepsidra consegue desenvolver, conseguindo juntar poesia, sentimento, raiz e sonoridade com uma harmonia fascinante. 
  • Eu fico muito honrado por ter conversado contigo. Desejo sucesso continuado, paz e muita música e poesia pra tornar mais bonita a vida. Muito obrigado mesmo pelo seu tempo. 
  • Renato torres: - Edinei, agradeço pela entrevista também. 
  • Essa foi a entrevista com Renato Torres, músico e poeta, vocalista e guitarrista da banda Clepsidra. 
  • Para conhecer mais, sobre a banda, as músicas, onde comprar o CD, onde ouvir, notícias e tudo mais, é só acessar os links abaixo: 




Imagens cedidas por Renato Torres.

Entrevista com Talita Facco - Autora de "Crônicas românticas e outras histórias"

  • Blog do Argonauta: - Oi Talita, tudo bem com você?
  • Talita Facco: - Sim, e com você?
  • Blog do Argonauta: - Tudo bem. Vamos começar.
  • Talita Facco: - Claro.
  • Blog do Argonauta: - Talita, conta pra gente um pouco de como surgiu essa veia literária?
  • Talita Facco: - Bom..., começou quando eu era pequena ao ler o meu primeiro livro, daí em diante eu comecei a me interessar por literatura e acabei conhecendo o mundo das fanfictions onde comecei a escrever as minhas primeiras histórias.
  • Blog do Argonauta: - Que legal, interessante. O seu Livro “Crônicas românticas e outras histórias”, parece ser um livro de uma leitura bem juvenil e realista. O que você pode contar
    para o leitor sobre ele?
  • Talita Facco: - É sempre difícil falar de um trabalho, e o Crônicas é um livro que possibilita ao leitor presenciar alguns momentos do seu dia a dia que na correria não damos tanta importância.
  • Blog do Argonauta: - Entendo. Você teve algum tipo de visão inspiradora, como foi que surgiu ideia de escrever sobre esse tema?
  • Talita Facco: - Bem, não tive uma visão inspiradora. Eu resolvi escrever o Crônicas reunindo alguns contos sobre temas que acabaram se apresentando simples para mim, pois há algum tempo atrás, eu participava de um grupo de ficwritters e escrevíamos sobre as estações do ano, aí eu me identifiquei.
  • Blog do Argonauta: - Bacana. Você tem um público alvo que deseja alcançar com seu livro, ou seria para todas as idades?
  • Talita Facco: - O Crônicas é para todas as idades, mas me identifico muito com o público infanto-juvenil.
  • Blog do Argonauta: - Sim. É um conjunto de contos certo?
  • Talita Facco: - Isso.
  • Blog do Argonauta: - Há alguma ligação entre eles?
  • Talita Facco: - Os quatro primeiros contos, sim. Os demais, podem ser lidos de forma aleatória.
  • Blog do Argonauta: - Isso é bacana.
  • Talita Facco: - Sim. Torna a leitura mais dinâmica.
  • Blog do Argonauta: - Tem um personagem nas suas histórias, que diria que é essencial e sintetiza um pouco da ideia geral do livro?
  • Talita Facco: - Hum..., não. Porque como são dez contos, cada um está inserido em uma situação diferente.
  • Blog do Argonauta: - Entendi. Todos têm sua colaboração especial.
  • Talita Facco: - Isso mesmo.
  • Blog do Argonauta: - Você poderia dizer que seu livro é uma obra de ficção que retrata situações reais dessa fase da vida dos personagens.
  • Talita Facco: - Sim.
  • Blog do Argonauta: - Bacana. Faz com que o leitor, de certa forma, se veja em cada história, seja num tempo presente, passado ou uma expectativa.
  • Talita Facco: - Exatamente.
  • Blog do Argonauta: - Muito bem. Talita, foi uma alegria e uma honra entrevistar você e saber mais sobre o seu livro Crônicas Românticas e outras histórias.
  • Agora, conta pra gente, quais suas expectativas, planos..., há um outro trabalho em andamento?
  • Talita Facco: - Bom, eu tenho alguns rascunhos no meu computador em andamento, um deles é um conto que eu espero concluir em alguns dias e disponibilizar para os leitores na Amazon. Em andamento também tenho o meu segundo livro, mais esse requer um pouco mais de pesquisa então vai demorar um pouquinho para ser disponibilizado. E nesse meio tempo, já conclui o conto “Pra que Halloween?” Que já está disponível na Amazon.
  • Blog do Argonauta: - É isso aí Talita. Sempre em atividade.
  • Talita Facco: - (Risos). Verdade.
  • Blog do Argonauta: - Muito obrigado pela agradável companhia nesse nosso bate-papo. Deixe notícias sobre seu livro, seus outros trabalhos, contatos nas redes sociais, par gente ficar por dentro das novidades do mundo literário de Talita Facco. E é claro, links para compra do livro.
  • Talita Facco: - Obrigada.

  • Essa foi a entrevista de hoje com a escritora e romancista, Talita Facco. Acesse os links abaixo para descobrir um pouco mais sobre a autora de “Crônicas românticas e outras histórias”, e as novidades nas suas redes sociais.
  • Pra que Halloween?
  • Redes Sociais 



Entrevista com Talys M. Cidreira - Autor do livro infantil, infanto-juvenil e paradidático "A Cidade de Marshmellow"

  • Blog do Argonauta: - Olá! Talys, tudo bem?
  • Talys M. Cidreira: - Tudo bem.
  • Blog do Argonauta: - Talys, conta pra gente como surgiu da ideia da Cidade de Marshmellow.
  • Talys M. Cidreira: - A Cidade de Marshmellow surgiu logo após um sonho que tive. Nesse sonho uma garotinha caminhava por uma cidade toda feita de açúcar. As casas eram cupcakes, o chão era de jujuba, os rios eram chocolate..., eu havia dado uma pausa na escrita haviam alguns anos, então quando acordei no dia seguinte, fiquei eufórico com aquele sonho. Resolvi passar tudo para o papel. Foi o que fiz, escrevi tudo num final de semana, o livro inteiro, mas achava que faltava alguma coisa. Foi então que tive a ideia de abordar o tema sobre a diabetes, mesmo que de uma forma superficial. Então reescrevi acrescentando novos detalhes. E assim, nasceu meu projeto.
  • Blog do Argonauta: - Muito legal. Então pode-se dizer que além de um livro infantil, infanto-juvenil, também é
    paradidático e de grande valia para a abordagem do problema da diabetes, que afeta a população em grandes proporções.
  • Talys M. Cidreira: - Com certeza. Ele foi criado com a ideia de, além de entreter, servir de proposta pedagógica sobre o tema.
  • Blog do Argonauta: - Certo. O que você pode dizer sobre a personagem, e o que o leitor vai encontrar ao longo das páginas de A Cidade Marshmellow.
  • Talys M. Cidreira: - A personagem principal é uma menina chamada Yellow Blue (o nome de todos os personagens é em inglês e são nomes de cores unidas a prefixos ou sufixos inventados), ela é uma menina ingênua, mas cheia de vida, ela caí em uma piscina de medusas no seu aniversário e é transportada para essa terra completamente doce. Nesse novo lugar, sozinha, ela procura como voltar para casa, porém ela desconhece sobre a cidade, seus seres e os segredos que a cercam.
  • A única coisa que Yellow sabe é que tudo lá é feito de açúcar e ela tem que encontrar um coelho chamado RabittBee que pode levá-la de volta para casa, mas esse Coelho está desaparecido.
  • Blog do Argonauta: - Certo, bacana. Acontece aí, então, uma busca e existe um mistério sobre a cidade e toda essa história doce.
  • Talys M. Cidreira: - Sim. Tem um pouco de mistério. Há também uma certa influência de "Alice no país das maravilhas" que havia lido na época, e me ajudou na construção da narrativa.
  • Blog do Argonauta: - Agora conta pra gente, quais as suas expectativas e os planos para o futuro, algum outro trabalho em andamento?
  • Talys M. Cidreira: - Já venho trabalhado, há um bom tempo, num romance/suspense que pretendo lançar no primeiro semestre de 2016. Chama-se Melancolia. É algo completamente diferente de A Cidade de Marshmellow.
  • Blog do Argonauta: - Nesse seu novo trabalho, qual será o seu público alvo?
  • Talys M. Cidreira: - Jovens e adultos.
  • Blog do Argonauta: - Entendi. Ok. Vamos aguardar aí as novidades.
  • Talys M. Cidreira: - É só aguardar. (Risos).
  • Blog do Argonauta: - Agora pra finalizar. Deixe pra gente notícias sobre o seu livro, links para compra, contatos nas redes sociais pra gente ficar por dentro das novidades. Foi uma satisfação entrevistá-lo, lhe desejo muita saúde, sucesso e paz. Grande abraço.
  • Talys M. Cidreira: - Ainda estou vendendo o livro autografado, só pedir através do e-mail tmcbooks@hotmail.com, também está à venda na Saraiva e Cultura.
  • Eu que agradeço pela entrevista. Muito obrigado. Desejo muita saúde, felicidades e muito sucesso também na sua jornada na literatura.
  • Blog do Argonauta: - Eu que agradeço. Estamos juntos juntos nessa luta. Valeu mesmo.
  •             Essa foi a entrevista com o autor de "A cidade de Marshmellow", Talys M. Cidreira. Abaixo seguem os links onde você saber mais sobre o autor, a história e comprar o livro: 


Entrevista com Rael Andrade - Vocalista da Banda SuperSelf

  • Blog do Argonauta: - E aí, Rael tudo bem?
  • Rael Andrade: - Beleza.
  • Blog do Argonauta: - Eu já tinha ouvido falar de você muitos anos atrás. Já tinha ouvido algumas músicas, mas só recentemente que pude apreciar melhor algumas de suas composições, que estão disponíveis para ouvir e baixar lá no site do SoundCloud. Depois que você lançou o primeiro EP da sua banda SuperSelf. Conta um pouco pra gente sobre sua trajetória.
  • Rael Andrade: - Comecei a fazer música no século passado e gravamos nesse século. Sou extremamente influenciado pelo som, pela música boa que o rock and roll nos proporciona. Digo rock na atitude, Chico Buarque é rock pra mim.
  • Blog do Argonauta: - Entendo.
  • Rael Andrade: - Nosso primeiro EP foi lançado pelo selo "Som Independente Records" com tiragem física independente, e virtualmente pro mundo do rock.
  • Blog do Argonauta: - Sim. Eu já baixei e gosto muito de todas. São ricas de ritmo e conteúdo.
  • Rael Andrade: - Muito obrigado meu velho!!!
  • Blog do Argonauta: - Mas conta aí pra gente, como surgiu a banda SuperSelf, era um desejo punk ou uma necessidade de se expressar?
  • Rael Andrade: - Na verdade sempre achei pura magia tocar um instrumento e rimar com melodias. Quando criança só ouvia rádio, e quando fui formando meu gosto musical aos 16 anos eu fui pendendo pro lado mais rock da coisa. Ouvi músicas e fui a uns 150 shows de rock. Depois disso, reunimos uns amigos que tinham talento e eu fui nessa. 
  • A princípio, éramos a banda "Zipper", comecei no baixo e logo pulei pra guitarra base. As composições eram essencialmente de um amigo. Logo, logo, veio uma vontade de escrever as minhas e, pra minha surpresa, foi muito natural. O letrista principal saiu um ano depois e eu assumi os vocais e as composições.
  • Costumávamos dizer, na época, que a banda Zipper perdeu a cabeça e se tornou um corpo vagando por ai. Esse corpo seria o superself. O zipper seria um monstro de duas cabeças. (risos)
  • Blog do Argonauta: (Risos). Bem, não sei como era antes, mas, na minha humilde opinião, está indo bem como está.
  • "... eu não sou de aço, os meus pedaços espalhados pelos cantos de um lugar qualquer, juntando eu sou alguém que ama e que chora quando as coisas fora do lugar não vão muito bem..."
  • Esse trecho é de uma música sua que gosto pacas. A sua inspiração pra fazer suas letras, de onde vêm?
  • Rael Andrade: - Essa canção se chama "esse sou eu". Tem a ver com diálogos pessoais, era pra falar de velhice, mas se tornou outra coisa. " esse sou não era bem o que podias imaginar, mas enfim sou eu ".
  • Blog do Argonauta: - Sei que vocês, a banda SuperSelf, têm muitas músicas que ainda não estão gravadas, já há algum plano em vista em relação à essas canções e outras novas?
  • Rael Andrade: - Sim, sim. Em agosto teremos mais 5 canções novas que serão disponibilizadas gratuitamente. Na verdade temos muitas músicas que se mantiveram vivas nesse tempo que vínhamos tocando em lugares mais ou menos obscuros, mas sem nenhum registro digno de áudio. Agora parece que estamos vendo uma "luz". (Risos).
  • Blog do Argonauta: - (Risos). Entendi. Bacana.
  • Agora Rael, é verdade que o rock brasileiro em geral tem estado um pouco à margem do cenário musical que a mídia e a sociedade impõe de certa maneira. Comente um pouco sobre isso, a partir do seu ponto de vista.
  • Rael Andrade: - Acho que rock é um conceito mais amplo que as barreiras que um estilo musical pode impor, sempre haverá milhões pra música mais trabalhada ou menos trabalhada. Sempre vai haver rock inglês e o punk, o heavy e a mpb. Escritores malditos e populares.
  • Blog do Argonauta: - E anônimos.
  • Rael Andrade: - Temos a falsa impressão que ficou mais fácil aparecer, quando se digitaliza as informações, musicais, escritas..., mas está fácil de gravar pra todo mundo. Democratiza, mas dificulta. Paradoxal.
  • Blog do Argonauta: - É verdade. Assim como a SuperSelf, existem muitas bandas com obras musicais maravilhosas, e escritores com livros fascinantes que não conseguem o espaço que sua obra merecia. Diante dessa barreira. O Blog do Argonauta se coloca à disposição para divulgar e pôr em avaliação esses talentos "escondidos" pelo brasil.
  • Deixa pra gente aí, notícias sobre a banda, contatos nas redes sociais, links onde as pessoas possam ouvir e baixar as músicas e ficar por dentro da sua agenda musical.
  • Foi uma alegria entrevista-lo. (Risos). Meu amigo, desejo sucesso, saúde, paz pra você, sua família, e pra família SuperSelf também.
  • Rael Andrade: - Eu que agradeço, parceiro. Igualmente. Grande abraço.

O entrevistado de hoje foi Rael Andrade, vocalista e compositor na banda SuperSelf, o estilo rock e poesia muito bem harmonizado. Saiba mais sobre a banda e onde ouvir e baixar as músicas da SuperSelf nos links abaixo:


Entrevista com Diego Sant'Anna - Escritor e Poeta

  • Blog do Argonauta: - Olá Diego td bm?
  • Diego Sant’Anna: - Tudo ótimo e você?
  • Blog do Argonauta: - Ótimo. Diego, tenho visto pela mídia (internet) que você já ganhou vários prêmios com suas poesias, e que seu livro é conhecido internacionalmente. Conte-nos um pouco dessa sua trajetória de sucesso.
  • Diego Sant’Anna: - Eu sempre gostei de escrever, desde que aprendi a utilizar as letras nunca mais parei. Na época de escola sempre fazia poesia quando os professores de Português pediam para que eu fizesse um texto. Profissionalmente, acredito que foi em 2011 quando comecei a participar de concursos literários e elaborar melhor os textos. A partir daí o mundo das Letras se abriu para mim e decidi que queria escrever um livro. Foi quando comecei o curso de Letras na Universidade e passei a fazer estágio na Biblioteca Pública da minha cidade. Foi lá onde nasceu meu primeiro livro: MORTALITAS: Uma História de Amor e de Morte. Após ganhar um prêmio em Portugal o livro se internacionalizou e popularizou.
  • Blog do Argonauta: - Que legal. Então diz, aí pra gente, o que você pode dizer sobre o seu livro "Mortalitas - Uma história de amor e de morte".
  • Diego Sant’Anna: - Bom, MORTALITAS: Uma História de Amor e de Morte é um romance escrito em poema. Conta a história de Shelphie Winter. Uma jovem mulher que vive em uma montanha isolada com sua mãe que sofre de um câncer terminal. Quando sua mãe falece, Shelphie se depara com a morte (figura física), ao mesmo tempo a morte se depara com ela e ambos se apaixonam. O enredo da história contempla um cenário gótico e melancólico e discute o verdadeiro sentido da vida e da morte, e o amor que ultrapassa todas as barreiras. Como a morte pode viver um amor se tudo o que ela toca desfalece e como a vida pode querer amar a morte? São questões abordadas de forma lírica e reflexiva. O livro conta também com um prólogo escrito em Latim que remete as Elegias Fúnebres realizadas na idade média.
  • Blog do Argonauta: - Interessante. Fiquei muito curioso mesmo, bem legal a reflexão e o tema. Então seu livro, já ganhou a Europa, latim é uma língua que ainda é muito usada por lá certo?
  • Diego Sant’Anna: Sim, o Latim é uma língua que não foi extinta. Atualmente é falada em Roma nas tradições católicas. Mas há um movimente artístico na Europa muito grande em prol da preservação da Língua. Grupos musicais compõem músicas em Latim, peças de teatro tem falas em Latim e na Literatura também, temos um grande exemplo de sucesso mundial que foi a série Harry Potter.
  • MORLTAITAS: UMA HISTÓRIA DE AMOR E D EMORTE, Além do Português e Latim, também está em Inglês.
  • Blog do Argonauta: - Que legal. Isso é muito bacana, e me desculpe pela falta de tato com o latin. (risos).
  • Agora Diego, sobre as poesias, sei que seu nome faz parte de livros com coletâneas de poemas de muitos talentos pelo brasil a fora. Podemos esperar mais poesias suas por aí, um outro livro talvez?
  • Diego Sant’Anna: - Sim, continuo enviando poesias para concursos literários e coletâneas. Meu primeiro livro dedicado ás poesias já está pronto: A Chave Para O Infinito reúne as que fizeram mais sucesso, cerca de 70 obras e tem lançamento previsto para setembro deste ano.
  • Blog do Argonauta: - Sobre Mortalitas - uma história de amor de morte - o leitor deve esperar uma sequência ou não?
  • Diego Sant’Anna: - Sim, estou trabalhando na sequência. MORTALITAS: O Segredo de Ophelie, contará a história de Ophelie, mãe de Shelphie. Voltado para a literatura fantástica, será uma aventura épica em meio a Mitologia Celta. Conto com parcerias internacionais que me auxiliam na autenticidade deste cenário. Além da sequência também estou escrevendo com outros autores brasileiros selecionados outro livro fantástico que contará a história do último dragão da face da Terra.
  • Blog do Argonauta: - Bom! Foi uma honra poder entrevista-lo. Agora pra finalizar. Deixa pra gente aí, notícias sobre os seus livros, links pra gente comprar, e contatos seus nas redes pra gente ficar por dentro das novidades.
  • Diego Sant’Anna: - Eu agradeço o prestígio e a gentileza, e também pela oportunidade.
  • Blog do Argonauta: - Grande abraço companheiro das letras.
  • Diego Sant’Anna: - Grande abraço, estou sempre as ordens.


Esse foi o entrevistado de hoje no Blog do Argonauta, O Escritor e poeta Diego Sant’Anna.

Acesse os links abaixo para saber mais sobre o autor e suas obras:

Vendas MORTALITAS: Uma História de Amor e de Morte

Página do Livro: MORTALITAS Uma História de Amor e de Morte

Vídeo Teaser do livro: MORTALITAS Uma História de Amor e de Morte

Página Oficial Escritor Diego Sant'Anna

Vendas A Chave Para O Infinito

Página do Livro: A Chave Para O Infinito

Vídeo Teaser I MORTALITAS: O Segredo de Ophelie

Vídeo Teaser II MORTALITAS: O Segredo de Ophelie